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Mercadoteca ganha dois novos restaurantes e faz costela de chão no sábado

por | abr 11, 2019 | Comer e beber, Destaques

A costela de chão é uma atração especial no almoço deste sábado (13/4) na Mercadoteca. Ela será preparada pela equipe do The Smoking Pit, comandada pelo pit smoker Marcos Camargo, e servida a partir do meio-dia. A porção de duzentas gramas de costela, servida com maionese, farofa e pão francês, sai por R$ 35,90. Por ser um evento especial, com quantidade limitada, aconselha-se chegar cedo.
Uma das principais características da costela de chão é não ficar em contato direto com o fogo, precisando de mais tempo para cozinhar no calor indireto. São de seis a sete horas que a carne ficará em um espaço montado especialmente na frente da Mercadoteca. Esta técnica realça bem o sabor da costela.
O The Smoking Pit iniciou no formato food truck, conquistando fãs com suas participações em feiras gastronômicas e eventos de cerveja artesanal. Inaugurou sua primeira loja fixa em outubro, na Mercadoteca.
Serviço
Data: sábado, 13 de abril
Horário: a partir das 12h
Valor: prato com 200gr de costela, maionese, farofa e pão francês a R$ 35,90.
Endereço: Mercadoteca – Rua Paulo Gorski, 1309 – Mossunguê, Curitiba – PR
Novidades
Bombes - Mangoo
Já estão de portas abertas o Mangôo, restaurante casual assinado por quatro jovens chefs conhecidos da cidade, e o La Santa, terceira filial da rede de comida mexicana.
Além destas casas estreantes, a Mercadoteca conta com outros treze restaurantes, bares e lojas: Anis Presto, Caramelodrama, Gelataio, Gioia, Glasso Beer & Drinks, JPL Burgers, Mundo Verde, Nayme Culinária Árabe, Olivença Cozinha Ibérica, Peixe In Box, The Smoking Pit, Vino! Bar e Z. Japanese Bar.
Mangôo reúne chefs
No comando do Mangôo estão os chefs Giuliano Secco (que comandou a cozinha do C La Vie), João Gabriel Carvalho (ex-chef do Terra Madre), Gabriel Fagundes (também atuou no Terra Madre, antes de passar quatro anos na França) e Murilo Cordeiro (que foi subchef do C La Vie e atuou na Vino! Batel). O nome vem da palavra “mangút” (pronunciada com “t” mudo) do dialeto borum da tribo Kréna, originária do Paraná, que significa comida. Mas as referências vão além da cozinha tropical ou mesmo regional.
Eles exploram conceitos como uso de ingredientes frescos e artesanais, com uma gastronomia criativa em um ambiente compartilhado, sem perder a informalidade. “Nosso objetivo é apresentar uma cozinha com menos rótulos”, explica Secco. O artesanal é marcante, desde massas até pães e torradas. Com uma cozinha aberta e exposta ao público, o espaço do Mangôo permite maior contato dos chefs com os clientes, aceitando sugestões e demonstrando o preparo.
No cardápio, há pratos, sanduíches e petiscos. Um dos destaques é o Arroz do Mar, com mini arroz vindo do Vale do Paraíba (SP) com frutos do mar e molho de moqueca (R$ 47). Na parte de Sandubinhas, duas pedidas chamam a atenção: Bombe de Rosbife (brioche, rosbife marinado na casa, tapenade, maionese Dijon e alface romana), a R$ 28; e Bombe de Bacalhau Mantecato (bacalhau mantecato, pil pil, pesto de azeitona e mandioquinha palha), a R$ 42.
“O legal do cardápio e nossa sugestão é que o cliente experimente e compartilhe, pedindo de 3 a 4 pratos, por exemplo”, Secco afirma. Steak Tartare e uma tapa com pancetta confit são bons exemplos, a R$ 26 cada.
Entre os produtos artesanais se destacam as massas, criadas por João Carvalho Gabriel, que foi subchefe e depois chef do Terra Madre Ristorante, casa especializada na gastronomia italiana. “Além do atendimento no local, o Mangôo vai trabalhar com a gastronomia para eventos”, conta João.
La Santa apresenta comida mexicana
Já o La Santa traz uma fusão da gastronomia mexicana com o movimento de comida de rua que é tendência em Curitiba. A casa foi criada em 2013, na Rua Trajano Reis, quando o movimento cultural e gastronômico da região do São Francisco tomava maiores proporções. “Foi uma época do crescimento das hamburguerias, mas eu queria fazer algo de diferente dentro do ramo dos restaurantes de rua”, comenta Rithi Rocateli, fundador e chef da rede. A segunda loja, na Brigadeiro Franco, foi fundada em 2016. “Busquei apresentar uma cozinha mexicana mais acessível”, explica o chef.
Não poderiam faltar – e de fato não faltam – pedidas tradicionais com nachos, burritos e encilhadas.  Para montar um burrito ou nacho, pode-se escolher uma proteína, dois recheios e dois molhos ou queijos, a partir de R$ 26. Entre as proteínas há chilli de carne, barbacoa (carne de panela desfiada), fajitas de frango, chilli vegano, picante de chancho (porco) ou fajitas de carne. São mais de dez recheios, que vão da clássica guacamole e do pico de gallo (com cebola, tomate e limão) até geleia de abacaxi com pimenta, pico de manga e berinjela grelhada. Para molhos e queijos, as opções são: mussarela ralada, cheddar cremoso, sour cream, salosa, salsa picante, barbecue e emulsão de coentro.
As porções para compartilhar são ótimas pedidas. O Chorizo La Santa tem linguiça fina artesanal feita com pernil, tomate seco e provolone, acompanha tortillas de milho e molho salsa (R$ 28). Já as Papas Sinaloa são batatas fritas com mix de queijos e proteína à escolha, entre chilli com carne ou chilli vegetariano (R$ 24). Outra campeã de audiência são as Mexican Hot Wings (tulipas e frango marinadas em salsa picante – R$ 30).
Entre os pratos, um destaque é o La Santissima: Costelinha de porco ao molho barbecue da casa com tortillas crocantes, sour cream e guacamole (R$ 48).
Mercadoteca
FUNCIONAMENTO: aberto de segunda e sábado das 11h às 23h e domingo das 11h às 21h.
ENDEREÇO: Rua Paulo Gorski, 1309 – Mossunguê, Curitiba – PR
INFORMAÇÕES: www.mercadoteca.com.br
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