Cada lugar tem o seu refúgio, onde nos desligamos de tudo. Aqui em Curitiba, o meu refúgio é a Ilha do Mel. Já em Mato Grosso, é o Lago do Manso. O lago fica há 100 km de Cuiabá e quase não há pousadas ou espaços públicos por lá. Então, para aproveitar esse paraíso é preciso ter casa ou chácara em algum condomínio particular, ou alugar um bangalô ou uma chalana. Geralmente eu passo o fim de semana lá, mas acho pouco. O ideal é ficar uns 3 dias. O lago é muito grande (quase 500 km²) e um passeio de lancha por ele leva uma tarde inteira. Um dos trechos mais lindos do tour é o encontro do lago com os paredões da Chapada dos Guimarães, cenário de filme. Na época da seca (meio do ano) algumas ilhas são formadas e todos encostam os seus barcos e aproveitam o sol e a água transparente com muita música e animação. Na época da cheia (no fim e começo do ano), as ilhas viram gigantes piscinas naturais super rasas. Dá para passar a tarde inteira, apenas curtindo o cenário. [caption id="attachment_468" align="alignnone" width="852"] A época da cheia é a minha preferida, quando as ilhas

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Sou suspeita para falar de Piraju, pois morei muitos anos nessa pequena cidade do interior de São Paulo. Meus pais moram lá, e quando volto a visita, consigo apreciar melhor suas belezas naturais. Você deve ter pensado, que nome é esse? Vou explicar, em guarani, Pira = peixe e yu = amarelo, ou seja, Piraju significa peixe amarelo, pois haviam muitos peixes Dourados na região. Tanto que virou o símbolo da cidade, em uma das entradas, lá está o grande pescado dando as boas vindas. O lugar é pequeno, mas é considerado Estância Turística do Estado, pela sua natureza e história. Piraju é conhecida nacionalmente pela tradição no plantio do café, que é de ótima qualidade; e pelas quatro hidrelétricas, foi a primeira cidade no Brasil a ter energia elétrica. Cachoeiras, prainha de água doce, pedalinho, rafting, descanso, festas. Tem programação para todos os gostos e a população sabe acolher muito bem os turistas. O fotógrafo pirajuense José Carlos Garcia retrata bem o que não dá para explicar com palavras. [caption id="attachment_443" align="alignnone" width="1024"] As corredeiras naturais do Rio Paranapanema já revelaram grandes atletas da Canoagem brasileira. Como exemplo temos a dupla Anderson Oliveira e Charles Corrêa, atletas da canoagem slalom, que conquistaram uma vaga olímpica.[/caption] [caption

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